
WASHINGTON DC, 8 de julho — A Administração de Segurança no Transporte dos Estados Unidos (TSA), responsável pela fiscalização nos aeroportos, enviou um memorando “inesperado” aos seus agentes em todo o território americano comunicando que deixará gradualmente de exigir que os passageiros retirem os calçados durante a triagem de segurança nos aeroportos americanos — medida adotada desde 2006, após a tentativa frustrada de atentado em 2001, quando um terrorista muçulmano britânico (filho de pai jamaicano e mãe inglesa), meses após o 11 de setembro, tentou explodir um avião da American Airlines, em um voo de Paris para Miami, escondendo explosivos nos sapatos.
De acordo com o memorando, a meta é implementar a nova política em todos os aeroportos do país em breve.
Até hoje, apenas passageiros cadastrados no programa de pré-checagem (T.S.A.’s PreCheck program), que custa US$ 80 por cinco anos, podiam entrar no país sem precisar remover os calçados.
Oficialmente, os primeiros aeroportos a adotar a nova política de segurança são o Aeroporto Internacional de Baltimore/Washington, o Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale (muito utilizado por brasileiros), o Aeroporto Internacional de Cincinnati/Northern Kentucky, o Aeroporto Internacional de Portland, o Aeroporto Internacional da Filadélfia e o Aeroporto Internacional de Piedmont Triad, na Carolina do Norte.
No entanto, segundo a mídia local, passageiros dos aeroportos internacionais de Los Angeles e LaGuardia, em Nova York, relataram que já foram orientados desde a última noite a não retirar mais os calçados.
O movimento também foi confirmado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que respondeu a um tuíte sobre a nova política de segurança com a frase: “Grande notícia do Departamento de Segurança Interna! ✈️👟”.
(Matéria em atualização)







