Trump anuncia tarifas de 25% sobre transações com países que comprarem petróleo ou gás da Venezuela

Presidente Donald Trump | Imagem oficial por White House archive

WASHINGTON DC, 24 de março — O presidente americano Donald Trump anunciou há pouco em suas redes sociais que, em resposta à “postura muito hostil” da Venezuela em relação às deportações de venezuelanos e aos interesses americanos, “qualquer país que adquirir petróleo e/ou gás da Venezuela” terá suas transações com os Estados Unidos tarifadas em 25%.

O PRESIDENTE DONALD J. TRUMP anunciou hoje que os Estados Unidos da América irão impor o que é conhecido como uma Tarifa Secundária sobre o país da Venezuela, por inúmeros motivos, incluindo o fato de que a Venezuela enviou proposital e enganosamente para os Estados Unidos, de forma disfarçada, dezenas de milhares de criminosos de alto nível e outros, muitos dos quais são assassinos e indivíduos de natureza extremamente violenta. Entre as gangues que eles enviaram aos Estados Unidos está o Tren de Aragua, que recebeu a designação de “Organização Terrorista Estrangeira”. Estamos em processo de devolvê-los à Venezuela — é uma grande tarefa! Além disso, a Venezuela tem demonstrado uma postura muito hostil em relação aos Estados Unidos e às liberdades que defendemos. Portanto, qualquer país que adquirir petróleo e/ou gás da Venezuela será obrigado a pagar uma tarifa de 25% aos Estados Unidos sobre qualquer transação comercial realizada com o nosso país. Toda a documentação será assinada e registrada, e a tarifa entrará em vigor no dia 2 de abril de 2025, o DIA DA LIBERTAÇÃO NA AMÉRICA. Que esta notificação sirva para informar que o Departamento de Segurança Interna, a Patrulha de Fronteira e todas as outras agências de aplicação da lei do nosso país já foram devidamente comunicadas. Agradecemos a atenção a este assunto!” -Presidente Trump

Atualmente, os principais países importadores de petróleo e gás da Venezuela são a já tarifada China, que responde por 55% das exportações de petróleo e derivados venezuelanos, seguida pela Índia, Rússia, Cuba, Colômbia (através de acordos com a Ecopetrol), Espanha (via Repsol) e Itália (via ENI).

No ano passado, antes da revogação das licenças de operação da petroleira americana CHEVRON, o petróleo e o gás venezuelano corresponderam a apenas 3% das importações dos Estados Unidos (mercado de US$ 5,6 bilhões).

Até o momento, nenhum oficial ou meio de comunicação venezuelano comentou sobre a medida imposta pela Casa Branca.


(Matéria em atualização)

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